Quando em quando, lá
Onde as rochas encontram as águas
Morre alguém. Aquela velha história
Do corpo não identificado
Da lista de desaparecidos
Dos cartazes, inúmeros rapazes
E moças, desvelorizados
Famílias inteiras destroçadas
Pelas mãos de nossos algozes
Lágrimas silenciosas no final do corredor
Escorrem e lavam as escadas do morro
De nóis mesmos
Nenhum comentário:
Postar um comentário